A fusão de PSP e GNR é pacífica para os sindicatos

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Da esquerda para a direita: António Augusto, vice-presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia - SPP, o jurista Mário Moreira Félix e Fernando Contumélias, que moderou o quinto e último encontro.
Para o vice-presidente do SPP, as vantagens da fusão de PSP e GNR são óbvias. "Só a Unificação das estruturas de Comando (Comando Geral da GNR e Direcção Nacional da PSP, Comandos Territoriais da GNR e Regionais, Metropolitanos e Distritais da PSP, Unidades Especiais da GNR e PSP, etc.), desde logo permitiria libertar milhares de Polícias - estimamos que mais de cinco mil, actualmente em serviços administrativos - para serviços Operacionais. Mas também Polícias altamente preparados nas Unidades Especiais de ambas as Forças, que ficariam disponíveis para formação do restante dispositivo, porque embora as estruturas resultantes fossem maiores do que cada uma das existentes, nunca seriam o somatório das duas. Teríamos milhares de Polícias para reforçar o serviço Operacional, alguns deles altamente preparados. Por outro lado, deixávamos de ser concorrentes no terreno para sermos parceiros. Com toda a certeza, o serviço prestado por uma Polícia nacional única seria muito mais eficaz, a criminalidade melhor combatida e as pessoas seriam melhor protegidas", referiu António Augusto., representante de um dos maiores sindicatos de profissionais de polícia que estiveram presentes nos debates promovidos pelo Observatório.

Fusão de PSP e GNR reuniram consenso de todos

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Encerrou na passada quarta-feira o ciclo de debates sobre Polícia e Segurança levado a cabo no âmbito do Observatório. As conclusões vão ser apresentadas em relatório durante o mês de Maio, numa acção para a qual serão convidados os orgãos de comunicação social. No entanto, e após os cinco debates, uma das questões que reuniu maior consenso junto da mesa foi a unificação de Polícia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana que, no entendimento do painel que reuniu também vários sindicatos, permitirá uma rentabilização relevante de custos e um aumento de eficácia bastante significativo, numa óptica de segurança.

Internet

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O blog "Albergue espanhol" refere-se hoje ao ciclo de debates levado a cabo no âmbito do novo 'Observatório'. Ler post

Ciclo de debates sobre Polícia e Segurança Interna encerra hoje

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Realiza-se hoje, pelas 18:30 horas, na Torre Oca do Museu Nacional de Arqueologia, o último de cinco debates sobre Polícia e Segurança Interna, promovidos por Fernando Contumélias e Mário Contumélias (autores do livro «Polícia à Portuguesa», publicado pela D. Quixote em Outubro de 2008) com o objectivo de traçarem um diagnóstico actualizado sobre as condições actuais da PSP e da segurança interna.

Políticos, magistrados, advogados, oficiais superiores da Polícia, sindicatos e até figuras ligadas à área social, passaram pelos encontros moderados pelo jornalista Hernâni de Carvalho. Após o ciclo de debates que hoje se encerra, os promotores vão realizar uma série de entrevistas que, juntamente com as transcrições do que foi dito nos debates, darão origem ao relatório «A Polícia e Segurança Interna em 2010» - um documento de trabalho que será enviado a variadas instâncias do Poder, como sejam o Presidente da República, primeiro-ministro, deputados e dirigentes dos partidos políticos, além do ministro da Administração Interna, Director Nacional da PSP e órgãos de comunicação social.

Com a acção, Fernando e Mário Contumélias pretendem continuar a acompanhar a evolução da situação vivida pelas autoridades em geral e PSP em particular, como um contributo de cidadania. Esta iniciativa inscreve-se no âmbito de um «Observatório» informal, que os autores pensam poder vir a transformar-se brevemente numa organização não governamental, orientada para o debate público da sociedade portuguesa e para a comunicação social.
 

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