Da esquerda para a direita: António Augusto, vice-presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia - SPP, o jurista Mário Moreira Félix e Fernando Contumélias, que moderou o quinto e último encontro.Para o vice-presidente do SPP, as vantagens da fusão de PSP e GNR são óbvias. "Só a Unificação das estruturas de Comando (Comando Geral da GNR e Direcção Nacional da PSP, Comandos Territoriais da GNR e Regionais, Metropolitanos e Distritais da PSP, Unidades Especiais da GNR e PSP, etc.), desde logo permitiria libertar milhares de Polícias - estimamos que mais de cinco mil, actualmente em serviços administrativos - para serviços Operacionais. Mas também Polícias altamente preparados nas Unidades Especiais de ambas as Forças, que ficariam disponíveis para formação do restante dispositivo, porque embora as estruturas resultantes fossem maiores do que cada uma das existentes, nunca seriam o somatório das duas. Teríamos milhares de Polícias para reforçar o serviço Operacional, alguns deles altamente preparados. Por outro lado, deixávamos de ser concorrentes no terreno para sermos parceiros. Com toda a certeza, o serviço prestado por uma Polícia nacional única seria muito mais eficaz, a criminalidade melhor combatida e as pessoas seriam melhor protegidas", referiu António Augusto., representante de um dos maiores sindicatos de profissionais de polícia que estiveram presentes nos debates promovidos pelo Observatório.



